Diarreia
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O pós parto ou puerpério é o período de retorno da mulher à sua fisiologia normal. Prolonga-se até cerca da 6ª/8ª semana, observando-se modificações que incidem sobre:
Depressão
A tristeza dos primeiros dias pode ocorrer, é natural que a mulher se sinta debilitada, deprimida e emocionalmente instável. Pensa-se que poderá dever-se a alterações hormonais. Algumas mulheres desenvolvem uma depressão pós-parto, em qualquer altura no 1º ano pós-parto.
Se sente algum destes sintomas, peça ajuda ao seu companheiro, fale com o seu médico de família. A depressão é uma doença como outra qualquer e necessita de ser tratada.
Lóquios
São as perdas vaginais constituídas por secreções uterinas e vaginais, sangue e revestimento uterino. As puérperas devem ter em atenção as características das percas que evoluem ao longo do puérperio:
Períneo e episiotomia
Nos cuidados perineais é importante:
Deverá:
Eliminação Vesical
Os líquidos retidos durante a gravidez serão eliminados durante este período. É importante a ingestão de líquidos e esvaziar a bexiga regularmente de forma a prevenir infecções urinárias. Pode ocorrer perda involuntária de urina ao rir ou tossir, se tal acontecer faça os exercícios de ginástica Pós-parto, se mesmo assim o problema persistir fale com o seu médico na consulta de revisão de parto.
Eliminação Intestinal
Geralmente os intestinos voltam a funcionar ao 3º dia pós parto. É frequente a ocorrência de obstipação nas 2 ou 3 semanas após o parto, principalmente devido á falta de líquidos e à retracção da mulher por dor na zona perineal. Para evitá-lo deve ingerir líquidos, e fazer uma alimentação cuidada, rica em frutas, fibras e legumes.
Actividade Sexual / Contracepção
Para dar início à actividade sexual, é conveniente aguardar cerca de 3 a 4 semanas, afim de permitir a cicatrização da episiotomia, e evitar infecções vaginais. No entanto, é a puérpera, que deverá tomar a decisão quando recomeçar a sua actividade sexual, contudo o aspecto psicológico tem também grande influência; esta situação terá que ser partilhada em conjunto pelo casal, pois poderá manter-se uma relação de afectividade e amor sem dar logo inicio à actividade sexual.
GINÁSTICA PÓS-PARTO
Pode começar estes exercícios sob as recomendações do seu médico 15 dias após o parto, mas devem ser feitos moderadamente. Sente-se, com as pernas flectidas e ligeiramente afastadas e os braços dobrados à sua frente. Expire, inclinando levemente a pélvis para a frente. A pouco e pouco, dobre-se para trás até sentir os músculos do estômago firmes. Aguente essa posição o máximo de tempo que conseguir, respirando normalmente. Depois inspire e endireite-se. Deite-se de costas no chão, com os joelhos dobrados e os pés afastados. Repouse as mãos sobre as coxas. Expire e levante a cabeça e os ombros, esticando-se para a frente até tocar os joelhos com as mãos. Não se preocupe se, a princípio, não o conseguir fazer, é uma questão de prática. Inspire e descontraia-se. (Elaborado por: Enfermagem USF Eborae) |
A expulsão do bebé ocorre somente com a pressão que as paredes do útero exercem sobre o mesmo. Normalmente, num parto normal, é realizada a episiotomia, que consiste num corte cirúrgico feito na região perineal para auxiliar a saída do bebé e evitar ruptura dos tecidos perineais. A sutura é feita imediatamente após o parto, cicatrizando em poucos dias. Na maior parte dos casos, é necessário dar alguma anestesia para diminuir as dores e garantir a segurança da mãe e do bebé.
FÓRCEPS
O que é? Trata-se de um dispositivo metálico semelhante às colheres utilizadas para servir uma salada que se aplica sobre as laterais da cabeça do feto e que permite, mediante suaves manobras de rotação e extracção, auxiliar a saída do bebé. Graças à sua forma curva, "abraça" a cabecinha do bebé, mas sem a comprimir demasiado. Quando se Emprega? A cabeça do bebé deve atravessar o canal de parto. Para vencer a resistência das partes flexíveis da pélvis cujo diâmetro é menor do que a cabecinha, é necessário que a mulher puxe, ou seja, que contraia o músculo uterino e a parede abdominal. No entanto, em determinadas ocasiões esta operação não é suficiente para vencer a resistência pélvica. Neste caso, existem duas maneiras principais para ajudar a extrair o feto. Uma delas é o fórceps e a ventosa, aplicados sobre a sua cabeça para facilitar a passagem através do canal de parto. A segunda é a cesariana, operação que permite retirar o bebé mediante uma incisão no abdómen materno. Em qualquer destes casos, converte-se num verdadeiro aliado que permite a extracção rápida do bebé, diminuindo os tempos e evitando assim que a sua saúde se veja comprometida. Emprega-se, isso sim, somente quando a mulher já conseguiu uma dilatação completa e a cabeça do bebé está bem encaixada dentro da pélvis, de maneira que seja possível distingui-la com um simples olhar. Quando se utiliza? O fórceps só se utiliza em determinadas situações:
Como se utiliza?
A mulher permanece deitada na marquesa de partos, com as pernas nos estribos. Geralmente, pratica-se primeiro uma episiotomia e depois coloca-se o fórceps. Os dois ramos do fórceps "abraçam" a cabeça do bebé, protegendo-a da pressão que suportava no canal de parto. Mediante suaves manobras de rotação e tracção, o obstetra ajuda a extrair a cabecinha.
CESARIANA
Quando e porquê? Chama-se cesariana ao parto cirúrgico do bebé através de uma incisão no abdómen e no útero. Sem dúvida, a maioria das mães optaria por um parto vaginal, mas seguramente todas concordariam que ter um filho saudável é mais importante que a forma como acaba a gravidez. A cesariana conseguiu diminuir notavelmente a mortalidade das mães e dos bebés, antes ou durante o trabalho de parto, mas, para alcançar um maior grau de compromisso com a decisão, é aconselhável que a mulher saiba quais são os motivos que tornam necessário este procedimento.
Como se realiza?
A grávida é transferida para a sala de operações – ou para uma sala de partos que possa converter-se em sala de operações. Depois, coloca-se um catéter na bexiga para drenar a urina durante a cirurgia, e uma agulha numa veia do braço (geralmente na prega do antebraço), por onde passará o soro e outros fármacos que sejam necessários. Após a desinfecção da parede abdominal, realiza-se uma incisão por cima do velo púbico (incisão de Pfannestiel), ou em forma vertical, desde o umbigo até ao limite do velo púbico (incisão mediana infra-umbilical). A segunda incisão realiza-se no segmento do útero, logo acima do colo do útero. Depois, mediante uma pinça ou simplesmente com o dedo, rompe-se a bolsa e extrai-se o bebé. Nesse momento, a mamã poderá sentir o anestesista e o obstetra a empurrar o abdómen para facilitar a saída da cabecinha ou a pélvis em caso de apresentação pélvica. Depois extrai-se a placenta e sutura-se o útero e a incisão no abdómen. A intervenção demora aproximadamente 30 a 60 minutos. Se a saúde do bebé o permite, a mamã terá oportunidade de pegar-lhe e beijá-lo tal como se tivesse nascido de parto vaginal. Embora dependa da política de cada instituição, é frequente que o pai possa assistir pelo menos ao nascimento do seu filho. Depois, juntamente com o bebé e o neonatologista, poderá entrar na sala de recepção do recém-nascido.
Indicações mais frequentes:
• Prolapso do cordão umbilical (o cordão umbilical aparece na vagina); • Sangramento da placenta; • Anormalidades estruturais da pélvis (traumatismos anteriores); • Apresentações fetais não cefálicas; • Afectação da saúde materna (diabetes, infecções, cardiopatias, hipertensão arterial); • Distócia (um parto difícil, ou uma desproporção entre o tamanho do bebé e o tamanho da pélvis); • Alteração da frequência cardíaca fetal que façam suspeitar que a condição do bebé não é boa. (Elaborado por: Enfermagem USF Eborae) |
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O SEU BEBÉ PRECISA DE UMA CRECHE?
Creche é o estabelecimento que recebe crianças com menos de 3 anos de idade. O modo como a criança é cuidada nos primeiros anos de vida influencia muito do que ela virá a ser no futuro: a sua maneira de ser e de lidar com os outros, o interesse pelo que a rodeia, a adaptação à escola e a sua aprendizagem. Se o seu bebé precisa de uma creche, ele precisa de um local onde seja pelo menos tão bem cuidado como em casa: precisa de cuidados personalizados, atenção, carinho, brinquedos, conforto, segurança e higiene. Ao procurar uma creche para o seu bebé, visite as instalações, analise cuidadosamente todos os espaços e informe-se sobre o seu modo de funcionamento. Assegure-se de que são oferecidas condições que garantam ao seu bebé "bem-estar" e um desenvolvimento com qualidade. O QUE EXIGIR NUMA CRECHE?
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SINAIS DE PARTO
São três os sinais indicadores de que o trabalho de parto se irá iniciar:
Perda do rolhão mucoso:
Protege o colo de útero evitando infecções no bebé. O rolhão mucoso é parecido com um corrimento gelatinoso, rosado escuro ou raiado de sangue vivo. Só é libertado quando o colo de útero começa a dilatar, indicando que o tempo de gravidez está a terminar. Contracções uterinas dolorosas e rítmicas: No início são dores semelhantes às provocadas pela menstruação que posteriormente vão aumentando de intensidade e duração. O abdómen na contracção fica duro e quando esta passa volta ao normal. Ruptura de membranas: O saco cheio de líquidos onde o bebé se encontra protegido durante a gravidez rompe-se. Pode sair numa golfada ou pouco a pouco, conforme o tamanho da ruptura. De qualquer modo é uma situação para recorrer à urgência num prazo máximo de 1.30 h.
FASES DO PARTO
1 - Dilatação Cervival Esta etapa costuma ser a mais longa e pode durar aproxidamente de 8h a 20 horas se for a primeira gravidez, ou de 5 a 14 horas, se já tiver tido outros filhos. O período inicial ou período lactente começa com o início das contracções regulares e o colo está aproximadamente com 3 centímetros. As contracções duram cerca de 30 segundos e podem acontecer a cada 10 a 20 minutos desde que acaba até o início da próxima, e o útero relaxa entre cada contracção.
O trabalho de parto activo começa quando o colo já está dilatado 3cm e termina quando a dilatação atinge os 10 cm. O colo está amolecido por completo ou quase por completo. As contracções são mais fortes e podem durar mais tempo (30 a 60 segundos) e acontecem aproximadamente a cada três minutos.
A bolsa de água pode-se romper a qualquer momento durante o trabalho de parto. A água sairá como um jacto, ou também poderá sair em pequenas quantidades através da vagina. Exames vaginais também podem ser feitos durante o parto para determinar se o colo diminuiu de comprimento ou dilatou. Em qualquer momento durante o trabalho de parto é provável que sinta frio ou calor extremos, irritabilidade, tremores no braço, vómitos e diarreia. Ao terminar o período activo do trabalho de parto, existe um outro conhecido como período de transição, em que o colo dilata dos 7-8 cm para os 10 cm. É possível que você se sinta quase fora de controlo, como se estivesse numa nuvem de sensações intensas. Agora é ainda mais importante relaxar. Ficar tensa e lutar com cada contracção só atrasará o parto e adeixá-la-à bastante cansada. Entretanto pode ser que sinta um impulso para fazer força de forma incontrolável. Se sentir esse impulso avise o médico ou enfermeira. Esta etapa do parto começa quando o colo está dilatado os 10 cm e termina com a saída do bebé. Se este é o seu primeiro bebé esta fase pode durar de 1 a 2 horas. Se já teve outros partos esta etapa pode durar de 15 a 60 minutos. O período expulsivo é a parte mais cansativa e exigente do parto, mas é também um tempo excitante com muitos elogios e incentivo pelo seu esforço. Será aconselhada a fazer força a cada contracção para poder mover o bebé para baixo e para fora do canal de parto (vagina). A episiotomia às vezes é necessária. É uma incisão (corte) feita no períneo (região entre a vagina e o recto). A episiotomia aumenta a abertura vaginal para facilitar a saída do bebé, mas nem sempre é necessária, sendo uma opção no momento do parto.
3 - Dequitadura
A última etapa começa depois do parto e finaliza com a expulsão da placenta (Dequitadura) o que normalmente acontece dentro de 5 a 30 minutos. Continuará a ter contracções durante esta etapa e podem pedir-lhe que faça força para facilitar a expulsão. O médico ou a enfermeira examinará a placenta para garantir que foi expulsa completamente. Depois da expulsão da placenta a episiotomia será suturada (cosida). (Elaborado por: Enfermagem USF Eborae) |
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QUAIS OS SINAIS E SINTOMAS DA CONJUNTIVITE?
QUAL É A SUA CAUSA?
(Elaborado por: USF Eborae)
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