quinta-feira, 23 de junho de 2016

Diagnóstico Pré-Natal

Diagnóstico Pré-Natal


DIAGNÓSTICO PRÉ-NATAL

O contínuo desenvolvimento de algumas técnicas da genética, da biologia molecular e de exames intra uterinos permite obter cada vez mais informação sobre o desenvolvimento do feto. Todas estas tecnologias permitem um conjunto de procedimentos que levam ao Diagnóstico Pré-natal (DPN).
Um exame para diagnóstico pré-natal invasivo, como por exemplo a AMNIOCENTESE exige uma consulta específica prévia para avaliar a utilidade do exame, limitações, riscos inerentes, e um consentimento informado e assinado pela grávida. O DPN é uma opção do casal e deve ser abordado principalmente nas seguintes situações:
  • Idade materna avançada (igual ou superior a 35 anos);
  • Gravidez anterior com anomalia;
  • Anomalias detectadas por ecografia;
  • Progenitor com doença cromossómica;
  • Criança anterior com doença genética, etc.
Amniocentese é um procedimento invasivo, em que uma agulha passa pelo abdómen da grávida para a cavidade amniótica para recolher uma porção de líquido. É realizado preferencialmente entre as 14 e 16 semanas de gestação. O principal objectivo é saber se o bebé sofre de alguma doença cromossómica como por exemplo a trissomia 21 vulgarmente designada por Mongolismo.
É sempre realizado sob controlo de ecografia, para verificação da idade gestacional, a posição do feto e a da placenta e para determinar se existe líquido em quantidade suficiente para realizar o exame. Como qualquer procedimento invasivo, a amniocentese acarreta alguns riscos. O aumento de risco existente à data da amniocentese é de 0,5 % acima da taxa de aborto para essa idade gestacional. O resultado do exame só é possível 2 a 3 semanas após a colheita (tempo necessário à colheita das células).

(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Andarilho

O ANDARILHO É O ARTIGO QUE PROVOCA MAIS ACIDENTES GRAVES

  1. Os andarilhos são responsáveis por um grande número de acidentes, muitos deles graves: Com o andarilho a criança move-se facilmente e alcança coisas perigosas para ela. Aproxima-se de escadas ou de simples desníveis do chão podendo fazer quedas graves. Fracturas dos membros, traumatismos cranianos, cortes na língua e lábios e dentes partidos, são lesões muito frequentes.

  2. O andarilho não ajuda o bebé a aprender a andar: O apoio nas pernas e pés e o modo como põe o andarilho em movimento é diferente do apoio e movimentos para andar. Após habituar-se ao andarilho, torna-se mais difícil para o bebé aprendera andar.

  3. Os andarilhos favorecem posturas pouco correctas: As suas dimensões não são adequadas ao tamanho de muitas crianças que os usam, obrigando-as a posições pouco naturais. Os bebés com disfunções neurológicas correm o risco de desenvolver atitudes que se podem vir a tornar muito prejudiciais ao seu desenvolvimento.
Longe de ajudar no desenvolvimento da criança, o andarilho é o artigo de puericultura que provoca mais acidentes com consequências graves.(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

Doenças Infecto-Contagiosas e Hábitos Nocivos

Doenças Infecto-Contagiosas & Hábitos Nocivos
DOENÇAS INFECTO-CONTAGIOSAS
Rubéola

A Rubéola é uma doença infecciosa e contagiosa. Se ja teve esta doença, fica definitivamente imunizada e deixa de haver perigo para um novo contágio. Nos primeiros meses de gravidez esta doença pode provocar malformação ao feto, podendo ser muito grave. Para detectar se está imunizada faz-se análises da rubéola. A vacina nesta altura não é possível administrar pois pode afectar o feto


Varicela

A varicela é uma doença infantil bastante inofensiva, porém se estiver grávida e for contagiada poderão daí advir efeitos nocivos tanto para a mãe como para o bebé caso a doença não seja prontamente tratada. A varicela pode constituir uma ameaça séria para a criança se a mãe a contraír um pouco antes do parto ou se a criança a contraír pouco tempo depois de nascer. 


  

Toxoplasmose

Esta infecção é causada por parasitas. A fonte de infecção mais comum é a ingestão de carne de porco ou de borrego crua ou mal passada. Também os gatos são focos infecciosos importantes, pois os toxoplasmas alojam-se no seu intestino. Os sintomas da toxoplasmose no adulto são em geral inofensivos, mas uma infecção no início da gravidez pode resultar num aborto, no parto de um nado-morto ou em deficiências mentais. O seu médico poderá confirmar se possui anticorpos contra a toxoplasmose através de análises de rotina ao sangue.


Citamegalovírus

É um tipo de vírus do Herpes bastante vulgar. Mais de 80% da população possui no sangue anticorpos contra este vírus. Assim, o risco de uma primeira infecção para a mulher grávida é reduzido, mas se houver contágio o vírus pode ser transmitido à criança, provocando atraso do crescimento intra-uterino e malformações congénitas, tanto mais graves quanto mais cedo se der a infecção.
SIDA

A SIDA (Sindroma da Imunodeficiência Adquirida) é provocada pelo vírus HIV. Este destrói o sistema imunitário e, normalmente ao fim de alguns anos, abre caminho a uma série de doenças sobre a designação de SIDA. Se uma grávida for portadora do vírus HIV, probabilidade de que o bebé também o venha a ser é de mais ou menos 10%, desde que cumpra a terapêutica adequada. Uma vez que o vírus da SIDA pode ser transmitido à criança através do leite materno, a Organização Mundial de Saúde recomenda às mães seropositivas que vivam em países industrializados que não amamentem. 
 

HÁBITOS NOCIVOS
 TabacoO tabaco é perigoso para si e para o seu bebé. Os efeitos negativos do tabaco sobre a saúde são amplamente conhecidos. Os fumadores correm um risco maior de vir a morrer de cancro de pulmão ou enfarte cardíaco do que os não fumadores.

As crianças filhas de mães fumadoras podem:
  • Nascer mais pequenas ( com baixo peso);
  • Ter um desenvolvimento mais lento;
  • Ter maior tendência para doenças do aparelho respiratório;
  • Morte súbita do bebé.
Pode ainda ocorrer aborto, nascimento prematuro ou parto de nado-morto. Quando mais cedo largar o tabaco, tanto melhor para o seu bebé. Tente também convencer o seu parceiro a deixar de fumar ou, pelo menos, a não fumar na sua presença, para que após o nascimento o seu bebé não se torne também um fumador passivo. Se não conseguir de todo deixar de fumar, tente pelo menos reduzir tanto quanto possível.

Sugestões para deixar de fumar:
  • Em vez de pegar num cigarro, faça qualquer coisa que lhe dê prazer e que a distraia. Dê um passeio, coma uma maçã, beba um copo de sumo ou acenda a televisão;
  • Se tiver necessidade de ter as mãos ocupadas, experimente fazer malha ou fazer uma paciência com cartas;
  • Pense naquilo em que quer gastar o dinheiro que vai poupar por não fumar. Ofereça presentes a si mesma!
  • Sempre que possível use locais para não-fumadores em espaços públicos;
  • Pergunte ao seu médico ou enfermeiro onde poderá ter apoio para deixar de fumar.


Álcool

Tal como a nicotina, também o álcool é transmitido através da placenta à circulação sanguínea do seu bebé e daí ao seu cérebro, o qual, por ainda não estar completamente desenvolvido, é muito mais vulnerável. 
 


  
Drogas

Quem tomar drogas ilegais durante a gravidez, como a heroína, a cocaína ou as anfetaminas, estará a colocar em risco a vida do bebé. Ao fazê-lo aumenta bastante o risco de sofrer um aborto ou de ocorrer um parto de um nado-morto. Poderá também acontecer um parto prematuro ou o bebé, depois de nascer ter o “sindroma de privação”, também conhecido por “ressaca”. Logo que a gravidez seja assumida, informe o seu médico acerca do tipo e quantidade de drogas que consome, bem como desde quando tal acontece. Juntamente consigo, o médico ponderará se deve submeter-se a uma terapia de substituição de drogas ou a abstinência total. 

(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

terça-feira, 21 de junho de 2016

Alimentação - Nutrição

RESPEITE O APETITE DA CRIANÇA

COMO ALIMENTAR SAUDÁVELMENTE OS SEUS FILHOSQuando?... O que comer?
  • Ao deitar algumas crianças gostam de beber um copo de leite;
  • Ao longo do dia devem fazer-se 5 a 6 refeições, espaçadas por intervalos regulares de cerca de 3 horas;
  • Pequeno–Almoço: é uma das principais refeições, não devendo nunca falhar. Deve ser constituído por leite ou iogurte e pão ou cereais (pouco doces);
  • Merenda a meio da manhã: pão ou 3 a 4 bolachas (sem creme nem chocolate) e 1 peça de fruta;
  • Almoço: deve iniciar-se sempre com uma sopa de legumes, seguida de carne ou peixe ou ovo, acompanhado de massa ou arroz ou batata (cozida, assada ou em puré), e de legumes ou salada, terminando com uma peça de fruta;
  • Lanche: leite ou iogurte e pão;
  • Jantar: deve ser idêntico ao almoço, não esquecendo a sopa de legumes.

         
Atenção:
  • Ao longo do dia, e sobretudo no intervalo das refeições, deverá ser bebida água em quantidade;
  • O tipo de alimentos que a criança come é mais importante que a quantidade. Respeite o seu apetite. Não a force a comer. 
 
Mas, para comer bem:
  • As refeições devem ser feitas à mesa, em família, e não à frente da televisão;
  • O momento da refeição deve ser sereno e de convívio e não de conflito e castigo;
  • A quantidade aconselhada de leite por dia é de meio litro;
  • A carne e peixe, limpos (sem pele nem ossos) não necessitam de ultrapassar os 50 a 80 gramas a cada refeição (almoço e jantar). Pode consumir até 3 ovos por semana;
  • Pizzas e hambúrgeres no pão com batatas fritas, tipo fast-food, não devem ser consumidos mais do que 1 a 2 vezes por mês, pois contêm excesso de gordura;
  • Sal, açúcar, fritos e molhos devem ser reduzidos ao mínimo;
  • A água e os sumos naturais não devem ser substituídos por refrigerantes nem por sumos artificiais, de pacote;
  • O pão não deve ser substituído por “bollycaos”, bolos, pacotes de batatas fritas e outras coisas semelhantes;
  • A sobremesa das refeições deve ser de fruta, podendo esta ser substituída por um doce em dias muito especiais;
  • Diga não aos chupas, gomas, pastilhas, chocolates, reserve-os para os dias especiais.
E não se esqueça:
  • Escove bem os dentes após as refeições e depois de ter comido guloseimas!
  • Limite o tempo passado em frente à televisão e incentive à prática diária de exercício físico:
    • Andar de bicicleta;
    • Passear a pé;
    • Jogar futebol;
    • Praticar natação, ginástica, etc.

COMER BEM PARA VIVER MELHOR!
  • Uma alimentação adequada na infância é essencial para um crescimento saudável, podendo desde cedo prevenir problemas graves: anemia, atraso de desenvolvimento, cárie dentária, excesso de peso e obesidade, diabetes, colesterol alto, doenças cardíacas e da circulação;
  • A obesidade é, actualmente, um problema grave de saúde pública, com incidência superior a 30% nas crianças portuguesas, entre os sete e os nove anos, e de mais de 60% para a população em geral;
  • Os hábitos alimentares adquirem-se cedo, na infância, com base na alimentação oferecida à criança, nos modelos que esta observa e na informação que lhe é transmitida;
  • A família é quem desempenha o papel mais importante na construção dos hábitos alimentares na criança.
(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

Desenvolvimento Intra-Uterino

Desenvolvimento Intra-Uterino

A PLACENTA

A placenta está ligada ao cordão umbilical e este ao embrião, ela fornece ao embrião oxigénio, nutrientes, anticorpos e produz hormonas. A função do cordão umbilical é levar da placenta água, alimentos e sais minerais do sangue materno ao embrião bem como as excreções embrionárias para o sangue materno. Apesar destas trocas de substâncias o sangue da mãe e do bebé não se mistura.


 

O SACO AMNIÓTICO

É um saco que contem um líquido aquoso que rodeia o bebé no útero. Ao flutuar neste líquido o bebé fica protegido da pressão exercida pelos órgãos internos, de choques e mantém a temperatura. Perto da hora do parto esta bolsa rebenta.
Há factores que podem influenciar o bom crescimento fetal:
  1. Má nutrição da mãe
  2. Álcool e abuso de drogas
  3. Tabaco
  4. Medicamentos
TUDO DEPENDE DE SI !!!

1.º MÊS
1.ª Semana
  • Dá-se a fecundação (no terço médio da trompa);
  • O zigoto (óvulo fecundado pelo espermatozóide) percorre um caminho até chegar ao útero e inicia-se a nidação (fixação do zigoto ao corpo da mãe). 
 

2.ª Semana
  • Completa-se a nidação.
  • As células multiplicam-se a grande velocidade – há um rápido crescimento.
  • Começa-se a formar o cordão umbilical, a placenta e o saco amniótico.

3.ª Semana
  • É o início de um período de seis semanas de desenvolvimento rápido do embrião;
  • Início da formação dos órgãos, existe já um conjunto de células que formam o pulmão, um tubo que será o coração e uma massa que será o sistema nervoso central.
 
  4.ª Semana
  • Comp. 5 mm;
  • Aumentou 10.000 vezes o seu tamanho;
  • Aparecem dois grandes círculos escuros nos pontos onde se formarão os olhos. 
 


2.º MÊS
5.ª Semana
  • Começa a desenvolver-se a forma básica humana;
  • Surgem duas saliências que originarão os braços e pernas;
  • Já se visualizam os locais onde surgirão os olhos, os ouvidos, o nariz e a língua;
  • O cordão umbilical está completamente formado.
 
 
6.ª Semana
  • Comp.: 13mm;
  • O coração começa a bater;
  • Começam a formar-se os músculos sobre os quais cresce a pele;
  • A cabeça do embrião está a formar-se;
  • Os membros estão a desenvolver-se rapidamente;
  • O aparelho digestivo começa a desenvolver-se.
 
7.ª Semana
  • Comp.: 15 mm;
  • Peso: 30 mg;
  • Já se formaram as pálpebras, embora continuem fechadas;
  • Os dedos das mãos e dos pés começam a desenvolver-se. 
  

8.ª Semana
  • Comp.: 20 mm;
  • Peso: 1 g;
  • O embrião passa a chamar-se feto;
  • Começam a definir-se os traços humanos na face;
  • Todos os órgãos internos estão formados;
  • O feto começa a movimentar-se;
  • Os braços e as pernas são completamente visíveis;
  • Os dedos das mãos distinguem-se;
  • Os olhos, nariz, boca e orelhas já se distinguem.

3.º MÊS


12.ª Semana
  • Comp.: 75 mm;
  • Peso: 18 g;
  • A cabeça é grande em relação ao corpo;
  • Começam a desenvolver-se as unhas e os dedos estão completamente formados;
  • Os órgãos genitais externos já estão formados e conseguem-se diferenciar;
  • O feto adquire cada vez mais o aspecto humano.
 



4º MÊS

 
 16ª Semana
  • Comp.: 15 cm;
  • Peso: 114 g;
  • O ritmo cardíaco do bebé pode ouvir-se com um aparelho de ultra – sons;
  • Os músculos estão cada vez mais fortes;
  • Os braços, as pernas e as articulações estão completamente formados;
  • Já se movimenta vigorosamente mas a mãe nem sempre o sente;
  • O feto já intercala períodos de sono e alerta;
  • O feto está coberto por um pêlo curto e fino, as pestanas e sobrancelhas começam a crescer.
 

5º MÊS
20ª Semana
  • Comp.: 25 cm;
  • Peso: 340 g;
  • A cabeça e o resto do corpo já são proporcionais;
  • A mãe sente o bebé a movimentar-se;
  • O cabelo começa a crescer.
 


6º MÊS


  24ª Semana
  • Comp.: 32 cm;
  • Peso: 570 g;
  • O feto pode ter soluços, tossir e chupar o polegar;
  • Os olhos aparecem como duas saliências;
  • Se nascer nesta altura já sobrevive desde que receba os devidos cuidados.

7º MÊS
32ª Semana
  • Comp.: 40 cm;
  • Peso: 1400 g;
  • O olho e os ouvidos tornam-se sensíveis a estímulos;
  • Está, na maioria dos casos, virado de cabeça para baixo;
  • A cabeça tem as proporções que apresentará na altura do nascimento;
  • A mãe sente facilmente os movimentos vigorosos do bebé. 
 


8º MÊS

 
36ª Semana
  • Comp.: 45 cm;
  • Peso: 2800 g;
  • O feto ocupa todo o útero e a mulher sente os seus movimentos com mais intensidade;
  • As unhas crescem até à ponta dos dedos;
  • Nos fetos do sexo masculino, os testículos descem de dentro do corpo;
  • Já existem contracções indolores. 


9º MÊS

40ª Semana
  • Comp.: 50 cm;
  • Peso 3000 g;
  • O feto está completamente desenvolvido;
  • O Vérnix e o lanugo praticamente já desapareceram;
  • O feto é sensível à luz, sons, agitação externa, sensação de fome e vontade de dormir;
  • A bexiga está novamente comprimida;
  • Continuam a existir contracções indolores.
 
 
(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Estilos de Vida durante a Amamentação

Estilos de Vida durante a Amamentação
SONO E REPOUSO SÃO DOIS DOS "PONTOS CHAVE" PARA UMA BOA AMAMENTAÇÃO

ALIMENTAÇÃO


Pode comer de tudo sem excessos!
  • É importante que a mãe tenha uma alimentação variada e equilibrada;
  • Se a mãe achar que determinado alimento faz mal ao bebé, deverá evitá-lo durante algum tempo. Mais tarde, pode experimentar comer esse alimento em pequenas quantidades.
  • Os alimentos que ingere têm, primeiro, de ser digeridos e absorvidos pelo organismo da mãe antes de passarem para o seu leite. Este processo demora entre 2 a 6 horas.
Alimentos que deve evitar:
  • Chá preto, café, chocolate e refrigerantes e alguns medicamentos para as dores de cabeça, constipações e alergias (contém cafeína);
  • O álcool deve ser evitado porque passa através do leite para o bebé;
  • O tabaco é desaconselhado durante a amamentação, pois a nicotina passa para o bebé através do leite. Parece também haver uma ligação entre a inalação passiva do fumo de tabaco e a síndrome de morte súbita infantil;
  • Não há alimentos que façam aumentar a produção de leite. Só a sucção do bebé é que poderá aumentar essa produção.
Alimentação sugerida:
  • Faça uma alimentação variada;
  • Refeições pequenas e frequentes;
  • Beba bastantes líquidos: leite (meio litro por dia), água ou sumos naturais;
  • Coma hortaliça e fruta, carne, peixe ou ovos, pelo menos uma vez por dia;
  • Continue a tomar as vitaminas, que tomava durante a gravidez, desde que tenham sido recomendadas pelo seu médico. 
  

EXERCÍCIOS PÓS-PARTO

Recupere a sua forma física:

  • São exercícios simples e extremamente importantes para fortalecer a tonicidade muscular;
  • Ajudam a recuperar a forma física rapidamente e com segurança, após o parto.

SONO E REPOUSO

É fundamental que durma o suficiente nos dias a seguir ao parto. O descanso é importante para que se mantenha saudável e bem disposta.

Sono/Repouso: são dois "pontos chave" para uma amamentação bem sucedida.
  • O seu sono nocturno vai passar a ser interrompido pelo bebé, que precisa de se alimentar com frequência;
  • Descanse bastante. Tente dormir uma sesta todos os dias, encarregando os outros membros da família de controlar as visitas e os telefonemas;
  • urma quando o bebé dormir. Tente simplificar a sua vida e aceite ajuda de amigos e familiares;
  • As saídas para compras devem ser adiadas. Peça a outras pessoas para fazerem as compras por si.
(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)