terça-feira, 12 de julho de 2016

Bulimia

Bulimia
Bulimia
O que é Bulimia? 

Bulimia Nervosa é um transtorno alimentar que apresenta alguns sintomas iguais aos da 
anorexia, pois tanto um quanto o outro são caracterizados por uma preocupação excessiva e injustificada com o peso, provocada pela distorção da percepção da imagem corporal e pelo medo patológico de engordar. 
A bulimia é caracterizada por episódios de ingestão exagerada e descontrolada de alimentos, em um curto espaço de tempo, sem que se tenha fome, seguidos de tentativa de eliminação do excesso ingerido através de vómito auto-induzido e/ou ingestão de laxantes e diuréticos, com a finalidade de não ganhar peso.

Apesar de reconhecer que seu comportamento não é adequado o portador de bulimia não consegue se controlar, o que o faz sentir-se fracassado e inferiorizado.

Pacientes bulímicos geralmente estão dentro do seu 
peso ideal ou levemente acima, ainda assim tentativas de dieta são frequentes. Quando tais tentativas são frustradas, pois é difícil para o indivíduo  conseguir controlar seus impulsos por comida, a auto-estima é prejudicada, em alguns casos levando ao desenvolvimento de um quadro depressivo.

Uma vez que sabe que seu comportamento é considerado bizarro, o paciente sente-se envergonhado e por isso procura esconder seus problemas mesmo das pessoas mais íntimas. Sendo assim, as orgias alimentares e a auto-indução de vómito são realizadas às escondidas, fazendo com que os afazeres e compromissos rotineiros precisem ser conciliados com esses episódios. É comum o comportamento de esconder alimentos para futuros episódios. 

Algumas vezes o bulímico opta pelo isolamento e distanciamento social como uma alternativa para manter  seu problema escondido, o que pode provocar ou piorar um 
quadro depressivo. Assim como a anorexia, a bulimia atinge com maior frequência adolescentes, predominantemente mulheres, sendo que a taxa de ocorrência deste transtorno em homens é de aproximadamente um décimo da que ocorre em mulheres.


»» Uma pessoa Bulimica come de forma descontrolada durante um período de tempo, surgindo depois um sentimento de culpa levando a pessoa a provocar o próprio vómito ««

Com o que não deve ser confundida

Bulimia não é sinónimo de anorexia, embora algumas vezes um transtorno possa acompanhar o outro. Na anorexia o paciente mantêm o peso abaixo dos níveis saudáveis para sua estatura, deixando de comer quase que completamente e fazendo intensos exercícios físicos. As duas patologias têm em comum a imagem corporal distorcida e o medo patológico de engordar.  

Bulimia não é "gula" ou loucura e ao contrário do muitos pensam seu controle não depende seu controle exclusivamente da vontade do paciente. Trata-se de uma doença e como tal precisa de tratamento.
 
Sintomas / Comportamentos


Os bulímicos apresentam os sintomas abaixo descritos: 
·         Preocupação exagerada com a forma e o peso do corpo, ocasionada por percepção distorcida do peso e das formas corporais; ·         Comer às escondidas;·         Ingestão, em um período limitado de tempo, de quantidade de alimentos muito maior do que a maioria das pessoas consumiria durante um período similar e sob circunstâncias similares; ·         Sentimento de incapacidade de parar de comer ou de controlar o que ou quanto está comendo; ·         Auto-indução de vómito e/ou uso indevido de laxantes, diuréticos, enemas ou outros medicamentos; ·         Jejuns ou exercícios excessivos. ·         Alguns pacientes manifestam sintomas depressivos (ocasionados pelo baixa auto-estima) ou de ansiedade (em função do medo de suas práticas serem descobertas).

Consequências
 ·         O vómito recorrente pode levar a uma perda significativa e permanente do esmalte dentário, especialmente das superfícies dos dentes da frente, que podem lascar e adquirir aparência serrilhada e corroída;·         Os vómitos induzidos pela estimulação manual da glote podem provocar calos e cicatrizes na superfície dorsal da mão, em função dos traumas recorrentes produzidos pelos dentes;·         Os indivíduos que abusam cronicamente de laxantes podem tornar-se dependentes deles para estimularem os movimentos intestinais; ·         Complicações raras, porém gravíssimas, incluem rupturas do esófago, ruptura gástrica e arritmias cardíacas; ·         Face inchada e dorida;·         Desidratação;·         Vómitos com sangue;·         Dores musculares e cãibras 
Tratamento
A psicoterapia cognitivo-comportamental tem trazido bons resultados no tratamentos desses pacientes, pois o trabalho cognitivo auxilia no restabelecimento da correcta percepção da imagem corporal e as técnicas comportamentais ensinam o paciente a controlar sua compulsão alimentar e consequentemente os episódios de vómito auto-induzido e/ou uso inadequado de laxantes e diuréticos. 
O tratamento medicamentoso é útil para amenizar 
sintomas depressivos ou ansiolíticos associados ao transtorno. 
O apoio de familiares e amigos é muito importante, pois ajuda a elevar a auto-estima do paciente, o que intensifica e acelera os resultados do tratamento.

Menosprezar, criticar ou brigar com o paciente são atitudes que devem ser evitadas, pois além de não ajudarem, diminuem ainda mais a auto-estima do portador, aumentam sua culpa e em alguns casos contribuem para o desenvolvimento ou agravamento de um 
quadro depressivo
O apoio das pessoas próximas é fundamental para que o indivíduo procure e mantenha tratamentos adequados, além de evitar o surgimento ou agravamento da 
depressão por isolamento social

Associação dos familiares e amigos dos Anorécticos e Bulimicos – contacto: 213951147

(Elaborado por: Antero Campeão)

segunda-feira, 11 de julho de 2016

Anorexia Nervosa

Anorexia Nervosa
Anorexia Nervosa


A anorexia nervosa, também conhecida como anorexia, é um transtorno alimentar que provoca no indivíduo medo de ganhar peso e/ou gordura corporal que ele limitará a quantidade de comida que ingere.

Grande parte das vezes os anoréxicos também fazem exercício em excesso, numa tentativa de eliminar as calorias que ingeriram, para não ganharem peso extra. 

Mesmo quando bastante magros os anoréxicos ainda se acham muito gordos e continuam a comer tão pouco quanto possível.

Devido ao défice de nutrientes para os alimentar, os órgãos internos de um anoréctico podem falhar, podendo daí resultar a morte.

A Anorexia é uma doença essencialmente do foro psicológico.

Causas da Anorexia
As causas podem ser biológicas, psicológicas ou sociais:·         Famílias rígidas e fechadas;·         Puberdade,·         Ideal de magreza;·         Carência de afecto;·         Perfeccionismo intelectual e físico;·         Recusa inconsciente de crescer.
Sinais de Anorexia
Raramente um anoréxico reconhece o seu transtorno alimentar e procura ajuda, pelo que familiares e amigos terão um papel importante. 

Alguns sinais de anorexia:
·         Obsessão pela contagem do número de calorias;·         Não se alimentar a todas as refeições;·         Evitar comer em família;·         Cortar a comida aos bocadinhos e demorar muito tempo a mastigar os alimentos;·         Brincar com a comida no prato em vez de comer;·         Esconder comida para evitar comê-la;·         Mentir, referido já ter comido;·         Ingerir apenas um determinado tipo de alimentos;·         Fazer exercício em excesso, particularmente depois de uma refeição;·         Perda drástica de peso;·         Excessivo interesse em questões relacionadas com peso, imagem corporal e dietas;·         Vestir (para esconder o corpo) roupa larga ou disforme;·         Tentam ser perfeitos na escola;·         Baixos níveis de energia;·         Doenças frequentes;·         Sono excessivo;·         Reduzido ou inexistente apetite sexual.

Consequências a longo prazo:
 ·         Peso demasiado baixo;·         Hipotermia;·         Tonturas;·         Sensação de fraqueza nas pernas;·         Queda de cabelo e unhas quebradiças;·         Amenorreia ( Ausência de pelo menos  três menstruações seguidas);·         Problemas dentários;·         Crescimento de pelos no corpo;·         Pele escamosa;·         Perturbações no sono;·         Tendência para a depressão. 
Diagnóstico da Anorexia

Um diagnóstico de anorexia só pode ser feito por um médico qualificado. Para diagnosticar anorexia têm de surgir quatro critérios de diagnóstico. Os critérios padrão para o diagnóstico de anorexia incluem a recusa do indivíduo em manter um peso corporal apropriado para a sua altura e idade (normalmente 15% abaixo da média), um medo intenso de ficar “gordo” ou com excesso de peso, mesmo quando magríssimo, uma falta de auto-confiança relacionada com uma auto-imagem distorcida e a perda de períodos menstruais durante pelo menos três meses .

Se a anorexia é diagnosticada de acordo com critérios de doença mental, um anoréxico também precisará de um exame físico completo para determinar a extensão da doença ou das lesões causadas. 

Tratamento e Ajuda
Não há sistema ou cura reconhecida para a anorexia, mas os tratamentos podem incluir aconselhamento, aconselhamento familiar, terapia cognitivo-comportamental ,o aconselhamento e planeamento nutricional.
Raramente se utiliza medicação no tratamento da anorexia, a não ser que seja receitada para tratar a depressão normalmente associada.
A anorexia pode ter efeitos duradouros e bastante perigosos  na saúde física e mental do indivíduo. 
Muitos anoréxicos não reconhecem a sua transtorno alimentar como prejudicial, e menos ainda procuram diagnóstico e tratamento por sua iniciativa. Em vez disso, são muitas vezes a família e amigos que procuram ajuda.

Associação dos familiares e amigos dos Anorécticos e Bulimicos – contacto: 213951147

(Elaborado por: Antero Campeão)

sábado, 9 de julho de 2016

Obesidade


Obesidade

Acumulação anormal ou excessiva de massa gorda no tecido adiposo corporal.

Alimentos que não deve comer: (ou reduzir o consumo)

"Fast Food"

Conservas

Congelados

Chocolates e doces

Gorduras e óleos

Charcutaria

Sugestões para a confecção dos alimentos:
. Preferir os cozidos e os grelhados;
. Não adicionar sal ou açúcar;
. Utilizar ervas aromáticas em vez de sal;
. Como gordura preferir o azeite;
. Evitar os fritos;
. preferir as carnes brancas

(Elaborado por: Antero Campeão)


sexta-feira, 8 de julho de 2016

Medidas de Segurança na Adolescência - Tabagismo

Medidas de Segurança na Adolescência - Tabagismo
O IDEAL É NÃO COMEÇAR A FUMAR!



CONSUMO DE TABACO NA ADOLESCÊNCIA

  • Fumar constitui a mais importante causa de morte evitável, nos dias de hoje;
  • Na década de 90, o hábito de fumar foi responsável por cerca de 3 milhões de mortes por ano;
  • O tabaco é responsável por cerca de 5% das mortes por doença cardio - vascular e 4% dos óbitos por tumor maligno;
  • Calcula-se que 20 a 26% da população em Portugal fuma e que entre 1970 e 1975, o consumo do tabaco aumentou mais de 150%, tendo sido o País da União Europeia onde se verificou maior aumento da percentagem de fumadores;
  • Além das crianças fumadoras passivas, sabe-se que há crianças que começam a fumar por volta dos 10 ou 11 anos de idade;
  • A partida para a descoberta, uma certa dose de irreverência e a saudável afirmação da personalidade, que são sintomas de uma adolescência pura e sadia, perde muito quando o jovem utiliza, na sua interacção com os outros, a ostentação do cigarro e a afirmação do hábito;
  • A escola é o lugar privilegiado para começar. Por isso, é importante, que aí se criem novas expectativas e se cultivem outros e novos valores;
  • A publicidade maciça do tabaco é dirigida principalmente aos jovens e passa a falsa imagem, de que fumar está associado ao sucesso, independência e liberdade. É feita através de anúncios atraentes e bem produzidos ou de ídolos e modelos de comportamento em geral.


EFEITOS DO TABACO NO ORGANISMO


No aparelho respiratório: 90 % dos cancros são devidos ao tabaco;

 No aparelho circulatório: A angina de peito, o enfarte do miocárdio, a hipertensão arterial e o acidente vascular cerebral são algumas das doenças mais frequentes;

No aparelho urinário: pode provocar cancro da bexiga;

Ao nível sanguíneo: provoca alteração da coagulação;

Na área otorrinolaringológica: 65% dos cancros da boca são devidos ao tabaco, bem como a diminuição do olfacto e tendência para rouquidão; 

Na mulher: aumenta o risco de cancro do cólon do útero e em combinação com a toma da pílula contraceptiva aumenta o risco de trombose venosa;

No recém-nascido: o tabagismo da mãe aumenta o risco de malformações, parto prematuro e síndrome de morte súbita.
  • O tabagismo é considerado uma epidemia dos tempos modernos;
  • O tabaco provoca dependência psicológica e fisiológica;
  • Parar de fumar exige motivação e identificação de uma oportunidade adequada.
 
(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)

quinta-feira, 7 de julho de 2016

Diabetes - Equilíbrio Energético

      EQUILÍBRIO ENERGÉTICO


  •  O gasto energético de cada pessoa depende de factores como a idade, sexo, altura, peso estado de saúde e actividade física.
  •  A actividade física é o parâmetro mais variável ou modificável.

A sua alteração pode interferir rapidamente aumentando ou reduzindo os gastos energéticos.
  •  A ingestão excessiva, para além do que é necessário, resulta num excesso de energia que é armazenado no nosso organismo sob a forma de gordura e daí a necessidade de ajustar as quantidades de alimentos às necessidades de cada pessoa.
 O EXCESSO DE PESO É FREQUENTE NAS PESSOAS COM DIABETES TIPO 2, TORNANDO NA MAIORIA DOS CASOS, MAIS DIFÍCIL O CONTROLO DA DIABETES.

A perda de peso reflecte-se geralmente numa melhoria dos níveis de glicemia, dos níveis de gordura no sangue e na redução da pressão arterial.

   
   (Antero Campeão)

Medidas de Segurança na Adolescência - Drogas

Medidas de Segurança na Adolescência - Drogas
NÓS ALERTAMOS… TU DECIDES!
O QUE SÃO DROGAS?

São substâncias químicas, que alteram o estado do teu corpo, ou seja, a tua forma de sentir, de pensar, a maneira como reages às coisas e o teu comportamento.
  • As drogas podem provocar uma tal dependência, que as pessoas que as usam não conseguem viver sem elas…
  • A maioria delas podem provocar a morte e todas elas têm efeitos secundários…
  • A dependência acontece normalmente quando a droga já alterou o equilíbrio químico do organismo, o que, por seu turno, afecta o funcionamento normal do corpo…

NÃO EXISTE UMA SÓ RAZÃO QUE LEVE AS PESSOAS A DROGAREM-SE:
  • Uns fazem-no pela curiosidade e o gosto do risco, próprio da adolescência e juventude;
  • A pressão dos amigos, que vêem no consumo de drogas uma forma de se afirmarem e de ser adulto;
  • Outros para se sentirem confiantes; pelo prazer; para conseguirem enfrentar a pressão do dia a dia;
  • Muita gente consome drogas na esperança de se sentir melhor consigo mesma. É uma forma de camuflar os problemas, de fugirem dos seus próprios problemas; de evitar as questões que verdadeiramente precisam de ser resolvidas...
1. Afinal quem é que se droga?
R: Dizem-se muitas coisas sobre isso: as pessoas que têm problemas, as que querem curtir ou divertir-se, as que têm fácil acesso a drogas...
O certo é que a maior parte das pessoas não se droga – mesmo quando tem problemas, quando se quer divertir ou quando é fácil experimentar ou adquirir drogas.
Pode-se dizer que há pessoas mais susceptíveis do que outras e que em certos momentos da vida essa vulnerabilidade é maior, pode dizer-se que há condições de vida e familiares que são difíceis – mas há sempre outras formas de ultrapassar ou lidar com os obstáculos ou as dificuldades.
A decisão de usar ou não drogas é sempre uma questão individual, mesmo com influências ou pressões de outros.

2. Quando saio com amigos de vez em quando fumo haxixe – irei ser um toxicodependente?R: Pode-se dizer que há quatro tipos de utilizadores de drogas: o que experimenta, o que ocasionalmente consome uma droga, o que consome habitualmente e o toxicodependente. Felizmente que nem todos os que experimentam ou consomem uma droga com alguma frequência se tornam toxicodependentes, mas a verdade é que todos os que são toxicodependentes começaram por experimentar uma droga. O maior problema é que nunca temos maneira de saber se vamos ficar dependentes ou não antes de isso acontecer e quando sabemos já é tarde demais.
3. O que posso fazer por um amigo que se drogue?
R: Continuar a tratá-lo como um amigo, o que não implica fazer o mesmo que ele. Se te parecer que é uma situação perigosa para ele, podes aconselhá-lo a procurar ajuda nos Centros de Atendimento de Toxicodependentes (CAT) e tentar informar-te no teu centro de saúde, sobre a melhor forma de intervir nesse caso concreto ou ligando para a Linha Vida SOS Droga (1414).
É importante que continues a cuidar de ti e da tua vida o melhor que puderes, porque quanto melhor estiveres contigo próprio, mais possibilidades terás de o ajudar.

4. Os meus amigos fumam droga. Se eu não fumo dizem que sou um “careta”. Como posso evitar que me digam isso?
R: Talvez não o possas evitar, pelo menos ao princípio. Com o tempo aprenderão a aceitar-te como és e valorizarão a tua atitude de seres tu próprio. E um dia talvez possas ser uma referência, que lhes possa ser útil e agradável.

5. O que são drogas leves? E duras?R: Costuma dizer-se que as drogas leves (haxixe e marijuana, por exemplo) não são tão perigosas, tendo efeitos menos potentes, mais controláveis e sendo menos susceptíveis de causar dependência do que as duras (heroína, cocaína, LSD, etc.).
De qualquer modo, mais importante do que o efeito imediato das drogas, temos de ter em conta o seu modo de utilização, podendo existir utilizações "duras" de drogas leves.

ALGUMAS DICAS PARA DIZERES NÃO À DROGA
  • Diz simplesmente NÃO: Eu sei aquilo que quero e muito bem aquilo que não quero!...Eu penso pela minha cabeça…
  • Devolve o desafio: se fosses realmente meu amigo não me tentarias convencer a fazer algo que eu não quero…
  • Inventa uma desculpa: Não, tenho outros planos… desculpa mas já combinei outras coisas… não posso, tenho mesmo de ir para casa…
  • Sai: Se ficares podes ser convencido a fazer alguma coisa ou então entrar numa discussão com os teus amigos…sai rapidamente e com ar confiante!...


O IDEAL É NÃO EXPERIMENTAR QUALQUER UMA DELAS!
NÓS ALERTAMOS… TU DECIDES!...

(Elaborado por: Enfermagem USF Eborae)